Paralisação na segurança

Publicação: 2019-06-16 00:00:00 | Comentários: 0
A+ A-
Está programada para esta segunda-feira uma paralisação de policiais militares, a força de segurança responsável pelo policiamento ostensivo. Os bombeiros também integram a mobilização, que foi convocada por entidades como a Associação dos Subtenentes e Sargentos.  “A mobilização marcada para esta segunda-feira (17) está confirmada. No dia, os militares estaduais se apresentarão às 8h em frente à Governadoria”, informou a entidade em nota distribuída à imprensa.

Reivindicação dos PMs
O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN, Eliabe Marques,  ao informar sobre a iniciativa de convocar a mobilização destacou que houve seguidas tentativa de negociação "mas o Governo continua resistindo com a alegação da crise fiscal, que só existe para alguns setores”. A reivindicação da categoria é de um reajuste e a referência apresentada nas reuniões com interlocutores do governo foi o aumento de 16%, concedido aos procuradores do Estado.

Qual o plano?
Até agora o governo não apresentou, diante da mobilização dos policiais militares, um plano estratégico para assegurar o policiamento das ruas em Natal e demais cidade do Estado.

Sem rumo
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso alertou para a ausência de rumos políticos que poderia levar a uma retomada do desenvolvimento no país. “A troca de mensagens da Lava Jato continua. Idem a de cadeiras no governo. Por enquanto sem relação. Está difícil acertar o rumo. Sem partidos e sem governo a opinião se gruda na esperança. [Rodrigo] Maia brilha na escuridão celeste. Melhor a chama da democracia que ilusão do grande chefe”, afirmou FHC, em postagem no Twiter.

Revisão do PD
Continua a expectativa em relação à proposta que a Prefeitura vai apresentar para revisão do Plano Diretor. A Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) informou que “continua trabalhando internamente em prol do aperfeiçoamento dos dados já disponíveis e discussões de propostas”. Mas, até agora não houve divulgação de dados que indiquem o direcionamento desta revisão.

Regras para sessão
Diante do excesso de sessões solenes, que estavam até mesmo atrapalhando as reuniões do plenário, um projeto da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa vai disciplinar as homenagens e audiências públicas na Casa. As sessões solenes terão que ser nas segundas e sexta-feiras e só, excepcionalmente, nos demais dias úteis, no período da tarde, após o encerramento das sessões ordinárias ou  extraordinárias. 

Atraso nas sessões 
As sessões solenes e audiências públicas estavam sendo em horários que implicavam em atrasos no início das sessões ordinárias e no andamento das Comissões Permanentes. Agora cada deputado poderá propor até 16 sessões solenes em cada Legislatura, limitadas a a quatro sessões por ano. A Mesa Diretor definiu um prazo de 60 dias para editar normas sobre a realização de audiências públicas.

Reabertura do Fórum - A Câmara Municipal de Natal, por iniciativa da vereadora Nina Souza (PDT), promove nesta segunda-feira (17), às 10h, uma audiência pública sobre a reabertura do Fórum Varella Barca, na Zona Norte. 

Infraestrutura
 Uma força-tarefa criada no âmbito da Advocacia-Geral da União (AGU) vai acompanhar e atuar nas demandas judiciais que tenham por objeto políticas públicas de infraestrutura levadas a efeito pela administração pública federal em todo o território nacional. A portaria da AGU, que detalha o grupo de trabalho formado por procuradores federais e advogados da União, está publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (14). O documento foi assinado nessa quinta-feira (13) pelo advogado-geral, André Mendonça, em ato com a presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. A portaria foi assinada pelo advogado-geral, André Mendonça, em ato com a presença do  ministro da Infraestrutura,
Tarcísio Gomes de Freitas.

Demissão do general
O presidente Jair Bolsonaro anunciou a demissão do terceiro general de seu governo em três dias. Após serem afastados Carlos Alberto dos Santos Cruz da Secretaria de Governo e Franklimberg Freitas da presidência da Funai, ele decidiu exonerar do comando dos Correios o general Juarez de Paula Cunha. Segundo o presidente, Cunha "foi ao Congresso e agiu como sindicalista" ao criticar a privatização da estatal e tirar fotos com parlamentares da oposição. "Aí complica", disse Bolsonaro em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto. O general assumiu a presidência dos Correios ainda no governo de Michel Temer. Ele chegou ao posto por indicação de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. Bolsonaro decidiu mantê-lo no cargo, mas Cunha era, na verdade, mais ligado ao vice-presidente, o general Hamilton Mourão. Segundo a Agência Estado, não está definido ainda quem será o próximo chefe da estatal.







continuar lendo


Deixe seu comentário!

Comentários