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Política
Período de convenção encerra nesta sexta com decisão do Podemos
Publicado: 00:00:00 - 05/08/2022 Atualizado: 00:26:37 - 05/08/2022
Hoje é o último dia para a realização de convenções partidárias visando as eleições de 2022. No Rio Grande do Norte, o Podemos deixou para o início da noite desta sexta-feira a realização do encontro no qual anunciará se o senador Styvenson Valentim será candidato a governador. A avaliação é que a possível candidatura faça com que a disputa no Estado tenha mais chances de ir a um segundo turno.

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Styvenson Valentim evitou antecipar a decisão, mas no partido a expectativa é de candidatura

Styvenson Valentim evitou antecipar a decisão, mas no partido a expectativa é de candidatura


Entre os 34 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Podemos é a 29ª legenda a oficializar, em convenção no último dia do prazo legal, a participação nas eleições de 2022 no Rio Grande do Norte.  Até a noite de ontem, persistia a indefinição em torno do anúncio de uma chapa majoritária, tendo à frente o senador Styvenson Valentim como presumível candidato a governador do Estado.

Ao conceder entrevista à rádio 96 FM, ontem à noite, o senador afirmou que fará o anúncio sobre a decisão se será candidato ou não, na convenção do Podemos, nesta sexta-feira, às 18 horas. Durante a entrevista, os apresentadores insistiram para ele confirmar se será candidato, mas ele evitou uma declaração definitiva.

“O senador ainda não nos procurou e nem anunciou nada, estamos na mesma ainda”, disse o secretário geral da Comissão Estadual Provisória do Podemos, o médico Geraldo Pinho Alves.

Às 18h40, Geraldo Pinho informou à TRIBUNA DO NORTE, que a direção do partido  aguardava um pronunciamento de Styvenson Valentim: “Acredito que ele nos chame e procure ainda à noite. Não sabemos se de fato será candidato”.

Assim mesmo, Geraldo Pinho demonstrou certo otimismo com relação a um sinal positivo do parlamentar, para que dispute o pleito majoritário e enfrente a governadora Fátima Bezerra (PT) e outros sete candidatos ao governo do Rio Grande do Norte. “Nossa expectativa e plano A é a candidatura ao governo de Styvenson).

No entanto, a expectativa é que o senador atenda os apelos do partido e saia candidato a governador, tanto que é esperada na convenção, que começa às 17h30 na Escola Estadual Maria Ilka de Moura, no Bom Pastor, a presença de dirigentes nacionais do Podemos, como a presidente do Podemos Mulher, Márcia Pinheiro e o coordenador político Bruno Ornelas.

“Definido só a chapa proporcional”, expôs Pinho, mas informando que o Podemos não lançará nenhum candidato a deputado estadual e lançará apenas chapa de nove candidatos a deputado federal às eleições de 02 de outubro, assim constituída: Aldair Gari, Alexandre do Detran, Silvia Helena, Marco Trigueiro (Natal), Kesia Magali (Parnamirim), Clarissa Matias (Macaíba), Professor Ozildo (Touros), Carlinhos da Vale (Macau) e Gilson Veras (Janduís).

Em virtude do silêncio de Styvenson Valentim, até o começo da noite de ontem, o Podemos não sabia, ainda, quem poderia lançar candidato a vice-governador ou mesmo a senador da República, cargo para o qual é cotado o médico Geraldo Pinho, que não confirmou se toparia disputar a eleição majoritária.

“Teria que ser discutido com os convencionais e o partido, se for da vontade da maioria, poderia sair sim”, admitiu ele, que completou: “Sou uma pessoa de grupo e de partido”.

Por decisão da Executiva Nacional do Podemos, foi decidido que os recursos do fundo partidário serão enviados diretamente aos candidatos, “sendo que a distribuição será realizada com base no potencial eleitoral e com vista ao crescimento do partido”.

O Podemos destinará de 50 milhões aos estados, não havendo obrigatoriedade de mínimo nem de repasse a todos os estados, “sendo levado em conta a viabilidade das candidaturas e chapas efetivamente concretizadas com os necessários Requerimentos de Registro de Candidatura”.

Segundo o partido, será destinado diretamente aos candidatos, no máximo, o valor do teto de gastos de cada cargo em disputa, não sendo obrigatória a transferência de recursos mínimos para todos os candidatos no país, devendo ser respeitada a análise estratégica de viabilidade e potencial de cada candidatura.

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