Processo de venda de campos no estado é suspenso

Publicação: 2017-05-21 00:00:00 | Comentários: 0
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A Petrobras incluiu parte dos campos de petróleo em terra no Rio Grande do Norte em um programa de desinvestimentos que acabou suspenso após questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) e foi posteriormente revisado pela companhia.

Em nota enviada à TRIBUNA DO NORTE na sexta-feira (19), a estatal afirmou que “os desinvestimentos anunciados para o Rio Grande do Norte (Polo do Riacho da Forquilha e Polo Macaus) foram suspensos”, mas que a medida não impede que os campos futuramente voltem a ser ofertados.

Os ativos que estavam no escopo do projeto de desinvestimentos no estado representam cerca de 23% de toda a produção potiguar em terra, o que equivale a aproximadamente 15.000 barris por dia.

Os campos foram agrupados em dois polos de produção, com instalações integradas, de forma a fornecer aos novos concessionários, segundo a companhia, plenas condições de operação. São eles: Polo Riacho da Forquilha (que inclui 34 concessões) e  Polo Macau (que engloba quatro concessões).

Desinvestimentos
“Conforme comunicado divulgado no dia 31/03/2017, a Petrobras começou a trabalhar na carteira de desinvestimentos revisada, seguindo o conjunto de procedimentos proposto pela companhia e aprovado pelo TCU em março. Para a construção da nova carteira de acordo com as regras atuais, a Petrobras encerrou projetos que estavam em andamento, cujos contratos de compra e venda ainda não haviam sido assinados até então. Desta forma, os desinvestimentos anunciados para o Rio Grande do Norte (Polo do Riacho da Forquilha e Polo Macau) foram suspensos. A medida não impede que os campos futuramente voltem a ser ofertados”, disse a estatal, em nota.

A reportagem havia questionado à Petrobras por e-mail, entre outros pontos, quais e quantos campos pretendia vender, quanto valem, quanto produzem em média e onde estão localizados.

Também questionou por quais motivos a empresa pretende reduzir a participação em solo potiguar; quantas empresas atuam na exploração e processamento de petróleo e gás contratadas pela Petrobras no estado e se o Rio Grande do Norte se tornou desinteressante. Não houve, porém, respostas às últimas perguntas.

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