Produção de QAV sobe 61,73% no RN

Publicação: 2019-04-14 00:00:00 | Comentários: 0
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A diminuição no consumo de querosene de aviação pelas empresas aéreas no Rio Grande do Norte não está condicionada à escassez do produto no mercado. Dados repassados pela Petrobras apontam crescimento da produção média mensal da Refinaria Potiguar Clara Camarão, principal fornecedor do combustível ao Aeroporto Int. Gov. Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. De 2015 a 2018, a Refinaria produziu 61,73% a mais de QAV, saindo de 10.937 metros cúbicos mensais para 17.689 metros cúbicos mensais.

Procurada, a empresa administradora do terminal aeroviário, a Inframerica, não comentou o custo médio do combustível alegando que não repassa “informações comerciais de contratos com terceiros”. O objetivo da reportagem era verificar se o custo médio variou ao longo dos anos ao ponto de culminar na redução do consumo.     A Petrobras, em resposta à TRIBUNA DO NORTE, informou que “os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo. Os preços cobrados por estes produtos ao consumidor final não dependem exclusivamente da Petrobras. Tributos e margens de comercialização são alguns dos componentes do preço final ao consumidor.”

Conforme detalhado pela estatal, o querosene de aviação proveniente da Refinaria Potiguar Clara Camarão, em Guamaré, “atende principalmente os aeroportos de São Gonçalo do Amarante (RN), Base Aérea de Natal (RN), Fortaleza (CE), Juazeiro do Norte (CE) e eventualmente os aeroportos de João Pessoa (PB) e Recife (PE).”

Produção
Ano 2015

10.937 metros cúbicos/mês



Ano 2016

13.350  metros cúbicos/mês



Ano 2017

16.785  metros cúbicos/mês



Ano 2018

17.689  metros cúbicos/mês


Fonte: Petrobras







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