Produção publicitária custou R$14 milhões

Publicação: 2019-06-01 00:00:00 | Comentários: 0
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A despesa com a produção das peças publicitárias veiculadas na campanha 'Sífilis Não' custaram R$ 14 milhões do valor firmado entre a Funpec e o grupo Fields 360. Os valores de todas as peças foram apresentados através de propostas de empresas em sessões públicas realizadas pela fundação com a participação da agência contratada. Os objetivos dessas sessões eram a “contratação de empresa especializada em prestação de serviços de produção audiovisual”, terceirizando o serviço da Fields.

A última nota fiscal emitida foi em 14 de março deste ano
A última nota fiscal emitida foi em 14 de março deste ano

Entre as produções, vídeos de 15 segundos custaram R$ 100 mil e totalizaram R$ 1,5 milhão – 15 vídeos foram produzidos por esse valor. As peças principais (quatro propagandas com duração de um minuto, dez vídeos de até dois minutos e um filme para profissionais de saúde) custaram R$ 6,6 milhões do orçamento. Também foram contratadas uma empresa para hospedagem e gerenciamento de campanha digital, no valor de R$ 589 mil, e outra para distribuição do material no WhatsApp, no valor de R$ 735 mil. Todo custou de produção foi pago pela Funpec e está registrado nas notas fiscais.

A produção contempla a gravação das locações, edição, computação gráfica, legendagem, color e finalização, além do cachê de apresentadores. Como se tratou de uma campanha nacional veiculada nos mais diversos canais de comunicação,  muitos profissionais foram pagos pela agência como apresentadores. Segundo os relatórios fiscais, um desses cachês, que contemplou “oito merchandisings e três ações integradas” em uma rádio de veiculação nacional, custou R$ 35 mil.

Outra cifra que consta no relatório fiscal é a de um ensaio de oito fotos em estúdio para serem veiculadas na “mídia impressa, exterior, DOOH, OOH, mídia alternativa, internet, landing page, redes sociais e eventos”.

O valor foi R$ 250 mil, contemplando “cachê de modelos, figurino, cenário, 3D, manipulação e fusão de imagem, 04 BGS em 3D, 06 postit grandes em 3D”.

A websérie produzida pela campanha, dividida em 10 episódios, custou R$ 4,1 milhões. Cada episódio foi assistido, em média, por 699 pessoas, segundo audiência medida no início da noite da última quinta-feira, 30, no site e no canal oficial da campanha Sífilis Não na internet. Segundo o gestor do projeto de prevenção, Ricardo Valentim, esse número de audiência não é um parâmetro porque “a campanha segue até 2020 e vai decorrer de estratégias de comunicação adotadas nesse período”.

Número
R$ 1,5 milhão foi gasto com 15 produções de vídeos de 15 segundos, cada.





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