Professora do IFRN vence Prêmio Educador Nota 10

Publicação: 2019-10-01 15:38:00
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A professora Patrícia Barreto, do campus Nova Cruz do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) sagrou-se vencedora na categoria "voto popular" do mais importante prêmio de Educação Básica Brasileira. A premiação foi entregue na noite desta segunda-feira, 30, em São Paulo, na 22ª edição do Prêmio Educador Nota 10. Com 24,22% dos votos, o projeto "Argument(Ação): o empoderamento do protagonismo juvenil", conduzido pela educadora potiguar, se sagrou vencedor dentre 4.878 trabalhos inscritos.

Créditos: CedidaPatrícia BarretoPatrícia Barreto


Após o anúncio da premiação a professora ressaltou que uma educação pública de qualidade pode transformar vidas. “Eu sonho muito que um dia todos tenham acesso a uma escola pública de qualidade, porque a educação não pode ser um privilégio para poucos, é um direito universal. Acredito muito na qualidade dos institutos federais, porque transformamos vidas e fazemos sonhos de tornarem realidades”, disse.

O Prêmio Educador Nota 10 foi criado em 1998 pela Fundação Victor Civita que, desde 2014, realiza a premiação em parceria com a Abril, a Globo e a Fundação Roberto Marinho. Reconhece e valoriza professores da Educação Infantil ao Ensino Médio e também coordenadores pedagógicos e gestores escolares de escolas públicas e privadas de todo o país.

A cerimônia também concedeu o prêmio de Educador do Ano para Joice Maria Lamb, coordenadora pedagógica de uma escola estadual, em Novo Hamburgo – RS.

Projeto
O projeto de Patrícia surgiu com a discussão de problemáticas sociais vivenciadas pelos estudantes em suas comunidades, gerando debates para aprofundar estratégias de aprimoramento de argumentação. “As atividades geraram muitas reflexões e um engajamento social”, disse. O conteúdo, segundo ela, tomou tal grandeza que acabou gerando Desxculpa aí, um podcast (espécie de programa de rádio, onde os debates são gravados, publicados e disponibilizados na internet) feito pela professora e 115 estudantes de quatro turmas do terceiro ano do ensino médio.

Os 10 finalistas estiveram em São Paulo, participando de imersão com atividades como as oficinas realizadas no FAB LAB LIVRE SP, rede de laboratórios públicos - espaços de criatividade, aprendizado e inovação acessíveis. E segundo Patrícia, foi possível conhecer diversas tecnologias e aprender atividades pedagógicas inclusivas voltadas à acessibilidade em Educação.

Premiação





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