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Projeto pode ter orçamento cortado
Publicado: 00:00:00 - 24/10/2021 Atualizado: 11:30:40 - 23/10/2021
A professora titular do Departamento de Fisioterapia, Karla Morgana Pereira, coordena um grupo de excelência  de  pesquisadores da UFRN. Em uma concorrência entre 2.219 projetos, o grupo foi um dos 119 aprovados em todo o Brasil. O objetivo da pesquisa propor soluções para que a população tenha um maior grau de aceitação às medidas de proteção e controle da Covid-19 e outras doenças respiratórias agudas graves. Teve um valor aprovado de financiamento de R$  112.852,00.
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Orçamento de estudo corre riscos

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Apesar do projeto ser de grande interesse social, o valor financeiro dedicado a ele, caso seja sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, será cortado pela metade. “Nessa pesquisa, é importante primeiro entender o que a população pensa sobre os programas de prevenção. Então é preciso investigar quais são as barreiras e facilitadores para a sua adesão”, explica a coordenadora.

O trabalho conta com uma rede de pesquisadores (fisioterapeutas, psicólogo, infectologista, imunologista, engenheira de computação) em diferentes instituições (UFRN, Universidade Federal do Delta do Parnaíba e University of Southern Califórnia, EUA) e unidades acadêmicas da UFRN (IMD, IMT, FACISA, departamentos de fsisoterapia e psicologia).

A pesquisa denominada “Soluções para aumentar a aceitabilidade, adesão e cumprimento das medidas de prevenção e controle da COVID-19 na população” será dividida em três etapas: após identificar barreiras e facilitadores para a adesão da população, será desenvolvido o “Questionário ADERE”, que conta com o apoio do Ministério da Saúde para tabular, em amplitude nacional, as variáveis positivas e negativas de aceitação. 

“O ADERE permitirá ainda, monitorar as mudanças esperadas no comportamento da população após o início da implementação de soluções que serão apresentadas para aumentar o compromisso da sociedade com a saúde coletiva”, observa. 

A terceira fase da pesquisa trata do desenvolvimento de produtos de inovação tecnológica, que darão origem ao Sistema RespiraSaúde, para facilitar a comunicação e disseminação científica dos resultados da pesquisa. 

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