Protestos e panelaços durante o pronunciamento

Publicação: 2019-08-24 00:00:00 | Comentários: 0
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Organizações não governamentais (ONGs) realizaram nesta sexta-feira, em várias cidades brasileiras, atos em defesa da Amazônia. Segundo o Greenpeace, uma das organizações que promovem os protestos, também estão previstas mobilizações para o fim de semana.

No centro do Rio de Janeiro, milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra a política ambiental do governo Bolsonaro
No centro do Rio de Janeiro, milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra a política ambiental do governo Bolsonaro

Na capital federal, o protesto reuniu ativistas, estudantes e ambientalistas. O ato começou em frente ao Ministério do Meio Ambiente, onde houve projeção de frases com pedido de socorro à floresta e imagens de incêndios e queimadas. Durante a manifestação, a principal via da Esplanada dos Ministérios teve cinco de suas seis faixas bloqueadas.

 O protesto contra as queimadas na Floresta Amazônica começou por volta das 18h no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Por volta das 19h, as oito faixas de rolamento da avenida estavam tomadas pelos manifestantes.

Parte das pessoas presentes usava máscaras cirúrgicas em referência à poluição causada pelas queimadas. Nos cartazes que carregavam, havia o pedido de socorro pela floresta: “SOS Amazônia”, “Salvem o Futuro”, e “Pray for Amazônia” [Ore pela Amazônia], eram alguns dos dizeres nas faixas.

Panelaços
Panelaços foram realizados na noite desta sexta-feira, 23, durante o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro em cadeia nacional de rádio e televisão. São Paulo, Rio, Brasília e Recife foram algumas das capitais em que foram registrados o protesto.

Usuários do Twitter relataram “panelaço" a partir das 20h30, quando começou o pronunciamento. Na capital paulista, relatos incluem Moema, Bela Vista, Cerqueira César, Pompeia, Pinheiros, Panambi, Jardim São Paulo, Parelheiros, Vila Madalena, Vila Mariana, Perdizes e Santa Cecília.

No Rio, Tijuca, Flamengo, Botafogo, Copacabana, Humaitá, Icaraí, Ipanema e Leblon. No Distrito Federal, relatos dão conta da Asa Norte, em Brasília, e da cidade-satélite de Águas Claras. Foram ouvidos também xingamentos ao presidente em alguns lugares.

A organização da manifestação foi feita pelas redes sociais, onde opositores da política ambiental do presidente Jair Bolsonaro mantiveram o assunto “panelaço" em segundo lugar durante o dia.




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