Quando a dor de amor vira música pra dançar

Publicação: 2018-10-12 00:00:00 | Comentários: 0
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A cantora Duda Beat é daquelas que quando se apaixona se entrega. Mas nem sempre o amor é correspondido. Sofrer? Tudo bem, se sofre. Mas também se faz música, uma música dor de cotovelo que no caso de Duda ganha batidas contagiantes e sintonizadas com o pop, o reggae e o brega de diferentes épocas. É o que se pode captar em “Sinto Muito” (2018), disco de estreia da cantora – uma pernambucana que há mais de dez anos vive no Rio de Janeiro.

Cantora afirma que Nação Zumbi, Lenine e Alceu são referências para ela
Cantora afirma que Nação Zumbi, Lenine e Alceu são referências para ela

Duda traz sua sofrência pop e de sotaque apaixonante para o palco do Festival MADA. A apresentação será nesta sexta-feira (12, em novo horário, às 19h, abrindo o palco Coca-cola. No que depender das mensagens de carinho que a cantora tem recebido do público potiguar nas redes sociais, a noite promete. “Todo dia nas minhas páginas vejo que em Natal tem um público muito caloroso. Sinto a certeza de que encontrarei muito carinho por ai”, diz num papo rápido para o VIVER.

Natal não é um lugar estranho para a pernambucana. Ela já esteve na cidade quando criança disputando um campeonato de Ginástica Olímpica. “Minha equipe teve sorte, subimos ao pódio”, lembra. Nessa nova visita à capital potiguar a situação será outra, e no lugar do pódio haverá um palco. “O meu show é muito animado, dançante e feliz. Nas outras cidades que cantei, todo mundo tava cantando o disco todo. Acho que Natal vai superar as minhas expectativas”.

Distante de Recife há mais de uma década, Duda leva para sua música referências do tempo que vivia na capital pernambucana, em especial o brega. “Em Recife existiam programas de brega que passavam na hora do almoço. Eu chegava da escola e almoçava todo dia ouvindo isso”, conta a artista. “Mas também são referências pra mim o Nação Zumbi, Lenine, Alceu e tudo mais o que Recife criou. Eu sempre brinco que nós recifenses valorizamos em demasiado a nossa cultura e curtimos tudo a fundo mesmo. Comigo não foi diferente”.

Somando referências da terrinha e da música pop universal, Duda deu uma atualizada na sofrência, dando as frustrações amorosas uma atmosfera não dolorosa. “Eu sabia que estava fazendo canções tristes. Mas queria dançar com elas, rir um pouco dos meus tropeços sabe?”, diz a cantora. “Eu sou assim na vida real, sempre tento ver o lado positivo das coisas que me acontecem. E com o meu disco foi do mesmo jeito”.

Programação
Festival Mada

Sexta-feira, 12

Palco TNT Energy Stage

20h - Jade Baraldo

21h20 - ÀTOOXÁ

23h00 - Cordel do Fogo Encantado

01h - Pitty

Palco Coca-Cola

19h - Duda Beat

20h40 - Alfonsina (Uruguai)

22h10 - Far From Alaska

00h10 - Nação Zumbi

Palco MADA Arena

18h - Demonia

19h - Talma e Gadelha

20h - Rieg

21h – Dingo Bells

22h –  Saint Chamaleon (Áustria)

23h - BEX

SÁBADO (13 de outubro)

Palco TNT Energy Stage

19h40 - Angela Castro

21h10 - Luísa e Os Alquimistas

22h50 - Rincon Sapiência

00h30 - Franz Ferdinand (UK)

Palco Coca-Cola

19h - Oto Gris

20h20 - Alphorria

22h - Larissa Luz

23h40 - Francisco El Hombre

02h - Baiana System

Palco MADA Arena

19h - Ciro e a Cidade

20h - Ardu

21h - Potiguara Bardo

Atualizada em 12.10.2018, às 10h



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