Repercussão do vídeo (1)

Publicação: 2020-05-23 00:00:00
A+ A-
Os deputados e senadores da bancada federal do Rio Grande do Norte repercutiram a divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, que teve o sigilo levantado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello. “O vídeo é a confirmação do que já havia sido dito o presidente Jair Bolsonaro, que jamais faltou com a verdade e sempre deixou claro que está ao lado do povo brasileiro. Nada é mais importante do que proteção dos cidadãos, covardemente ameaçados por quem não quer o bem do Brasil”, afirmou o deputado General Girão (PSL). O deputado Fábio Faria (PSD) ironizou: "O TSE daqui a pouco vai tirar o vídeo do ar. Vão considerar propaganda antecipada". O senador Jean Paul Prates (PT) considerou que o vídeo da reunião ministerial "mostrou como é malignamente baixo o nível de sensibilidade social e ambiental deste governo".  Para Jean Paul Prates,  "não é pelos palavrões não. É pelos conceitos revanchistas e pela raiva espumosa que destilam em relação aos pobres e às instituições democráticas".

Repercussão do vídeo (2)
O deputado federal Rafael Motta (PSB) disse que "não houve decoro” na reunião ministerial. “Não há preocupação com as milhares de vidas perdidas. O que há, porém, é um festival de declarações irresponsáveis, antidemocráticas e desrespeitosas. Atos, idem", acrescentou. Para Rafael Motta,  "o governo consegue a cada dia o impossível: superar os próprios malfeitos. Basta!" A deputada federal Natália Bonavides (PT) afirmou o seguinte: “Bolsonaro fala abertamente em interferir de forma ilegal na polícia para proteger sua família e amigos”. E prosseguiu: "Quer obstruir investigações. Mourão, do lado, assiste ao presidente cometer crimes sobre os quais se calou".

Alerta de Braga Netto 
O ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Souza Braga Netto, alertou para o risco de a pandemia de coronavírus provocar “desabastecimento e caos social” no Brasil. Ele afirmou — durante reunião da comissão mista do Congresso Nacional que acompanha as ações para o enfrentamento do coronavírus — que o país precisa estar preparado para a retomada da economia porque os recursos públicos “são finitos”. “Quando terminar o recurso, e não tem como continuar por muito tempo, a economia tem que voltar. Porque, se a economia não voltar, vamos ter gente morrendo de fome e vamos ter caos social. Desabastecimento e tudo mais. A população está tranquila, o abastecimento está tranquilo. Mas o governo está se desdobrando para manter esse nível de emprego e abastecimento”, advertiu.

Data das eleições 
O jornalista Diego Escosteguy informou que o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, que assume a presidência do TSE na próxima segunda-feira, “considera, reservadamente, ser cada vez mais provável o adiamento da eleição”. Mas, em vez de fixar uma data exata, como sugeriu o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, Barroso avalia ser mais prudente aprovar uma emenda constitucional que “estabeleça uma janela de três meses para a realização das eleições”.

Apoio à Cultura 
O deputado estadual George Soares (PL) apresentou requerimento, na Assembleia Legislativa, sugerindo ao Governo do Estado, a implantação de um programa emergencial para a classe artística. Seria o repasse de um auxílio de três meses ou enquanto durarem as medidas de prevenção, para profissionais da música e militantes na área da cultura.

Prevenção à covid
O deputado Nelter Queiroz (MDB) apresentou projeto de lei para a obrigatoriedade de higienização periódica de portas, maçanetas, corrimãos, puxadores, interfones e elevadores para todos os edifícios ou condomínios do Estado. Ele alega que “estes espaços são muito tocados pelas mãos das pessoas, onde também o vírus tem sua maior capacidade de permanecer”.

Com isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “teria latitude para estabelecer o dia da votação, mediante a análise da evolução da pandemia. Seria, em tese, uma solução mais inteligente. Caso contrário, se a fase mais aguda da pandemia se prolongar, o Congresso poderia se ver obrigado a aprovar uma segunda emenda à Constituição, alterando mais uma vez a data do pleito”.








Deixe seu comentário!

Comentários