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Natal
Rio Grande do Norte confirma mais dois casos de varíola dos macacos
Publicado: 00:00:00 - 06/08/2022 Atualizado: 22:54:15 - 05/08/2022
O Rio Grande do Norte confirmou mais dois casos de varíola dos macacos nesta sexta-feira (5). Os casos foram registrados nas cidades de Parnamirim e Mossoró. Assim, o Estado passa a ter o quarto caso confirmado para a doença.

Dado Ruvic
Estado tem mais dois casos prováveis em Natal e 18 suspeitos em sete cidades

Estado tem mais dois casos prováveis em Natal e 18 suspeitos em sete cidades


Além dos casos confirmados, o Rio Grande do Norte tem dois casos classificados como prováveis em Natal e outros 18 enquadrados como suspeitos, espalhados pelas cidades de Natal (9), Parnamirim (4), São Gonçalo do Amarante (2), Angicos (1), Ceará-Mirim (1) e Lagoa de Pedras (1). Há ainda 12 casos que foram descartados e quatro que foram listados como sem critério para a doença.

No Brasil, são 1.860 casos confirmados, entre 19 estados e o Distrito Federal. Até a última atualização das secretarias estaduais de Saúde, o Brasil havia registrado uma morte pela doença.

A transmissão para humanos pode ocorrer através do contato com um animal ou humano infectado, ou com material corporal humano contendo o vírus. A transmissão entre humanos ocorre principalmente através de grandes gotículas respiratórias. Como as gotículas não podem viajar muito, é necessário um contato pessoal prolongado. O vírus também pode infectar as pessoas através de fluidos corporais, ou seja, com o contato com a lesão ou contato indireto com o material da lesão. 

O período de incubação da varíola dos macacos pode variar de 5 a 21 dias. O estágio febril da doença geralmente dura de 1 a 3 dias com sintomas que incluem febre, dor de cabeça intensa, linfadenopatia (inchaço dos gânglios linfáticos), dor nas costas, mialgia (dor muscular) e astenia intensa (falta de energia).

O estágio febril é seguido pelo estágio de erupção cutânea, com duração de 2 a 4 semanas. As lesões evoluem de máculas (lesões com base plana) para pápulas (lesões dolorosas firmes elevadas). 

a Secretaria de Estado do Rio Grande do Norte (Sesap) montou um fluxo de atendimento para eventuais novos casos da doença. Embora não existam leitos vazios destinados exclusivamente para a varíola dos macacos, a pasta orientou os profissionais das duas unidades referências para doenças infectocontagiosas: o Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, e o Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró.

“Desde a nossa primeira reunião de organização da rede do Rio Grande do Norte em relação à vigilância da monkeypox, nós conversamos com os dois hospitais de referência, já prevendo a possibilidade de precisar de um leito. Não existe um leito disponível para, mas existe um fluxo já pensado para se houver a necessidade, esse paciente vai ter direito a um leito e ao isolamento”, detalha a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Diana Rêgo.

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