Política
Rogério e Fábio têm acordo para definição do candidato
Publicado: 00:00:00 - 28/09/2021 Atualizado: 23:54:39 - 27/09/2021
Antes de passarem o fim de semana cumprindo agenda politica e administrativa no Rio Grande do Norte nesse fim de semana, os ministros potiguares do governo do presidente Jair Bolsonaro – Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Fábio Faria (Comunicações), conversaram em Brasília sobre a postulação de pré-candidaturas ao Senado da República e a forma como cada  um  deve consolidar esse projeto político sem criar arestas que possam prejudicar politicamente o bolsonarismo local na campanha eleitoral de 2022.

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Rogério Marinho disse que prioridade é ações no ministério

Rogério Marinho disse que prioridade é ações no ministério


Rogério  Marinho contou na 96 FM, inclusive, que comunicou ao presidente da República que viria ao Rio Grande do Norte. “Eu sempre disse que era candidato a ser um bom ministro, que no momento oportuno discutiria o tema, tive o cuidado de conversar com o presidente, perguntar a ele se haveria alguma dificuldade nessa postulação e ele disse – 'não, fique à vontade', sou ministro de Estado e não poderia ter um gesto desse sem ter antes conversado com  o presidente”, disse ele.

Marinho disse que o seu colega da Esplanada dos Ministérios, Fábio Faria, “tem toda a legitimidade e condição de aspirar e se candidatar ao posto que achar conveniente, é uma prerrogativa dele, que bom que o nosso grupo político tem alternativas”.

O ministro do Desenvolvimento Regional esclareceu que “é evidente que uma situação em que dentro do mesmo grupo, dois disputam eventualmente o mesmo posto, é necessário que a gente tenha diálogo”.

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Fábio Faria tem agenda administrativa no Rio Grande do Norte

Fábio Faria tem agenda administrativa no Rio Grande do Norte



Segundo Marinho, a conversa entre ele e o ministro Fábio Faria “foi simplesmente, olha, já que você se lançou, vamos colocar o nosso nome  e ver quem tem mais condições mais adiante, porque acho que temos condições de convergir e caminharmos juntos no momento oportuno”.

Para Marinho, a data limite é a que “a própria legislação eleitoral preceitua  e a forma como a gente tem de se conduzir é com a civilidade natural das pessoas que se respeitam  e estão dentro do mesmo ambiente, tenho toda admiração pelo ministro Fábio  e não tenho duvida que as coisas vão se dar das melhor forma possível e quem tiver melhor condição será o candidato”.

Para Marinho, o processo de construção de uma pré-candidatura a senador tem até o final de março – diante do prazo de seis meses antes das eleições para desincompatibilização de cargos públicos para quem pretende ser candidato a cargo eletivo, “para tomarmos uma decisão mais definitiva”.

Ao reconhecer a existência da pretensão de um outro postulante a uma eventual disputa à única vaga para o Senado Federal nas eleições do próximo ano, Rogério Marinho disse, ainda, que “ninguém é candidato de si mesmo, esse é um processo  que necessariamente precisa ter uma empatia com a população ou com um  grupo representativo da população”.

Segundo Marinho, “isso tem de ser construído a partir de ideias e de propostas, de um trabalho que permita que possa representar alguma coisa e não ser candidato porque quer ser candidato, não ser candidato por vaidade”.

O ministro Rogério Marinhou também considera que “há uma enorme necessidade de qualificarmos o nosso Senado da República, que é o único lugar em que o Rio Grande do Norte tem o mesmo tamanho que São Paulo, Paraná, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, porque temos  três senadores, o mesmo número de senadores que esses estados da Federação têm”, afirmou o ministro.

Marinho disse, ainda, que “se tem senadores que têm a capacidade de interagirem com os grandes temas nacionais e fazerem com  que os impactos sejam sentidos de forma positiva no Estado, ajudando a serem indutores do desenvolvimento local, ajudando as administrações estaduais, acho que é uma arma extremamente poderosa para transformar o Rio Grande do Norte”.

O ministro também declarou que “sinceramente, acredito que a gente está precisando melhorar um pouco a performance da nossa bancada no Senado da República, por isso é que pretendo ser pré-candidato ao Senado, entendo com muita humildade que esse é um processo em construção”.

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