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Secretário rebate acusações de ministro e as classifica como "graves e levianas"
Publicado: 16:37:00 - 04/10/2020 Atualizado: 16:42:36 - 04/10/2020
O secretário estadual de Planejamento, Aldemir Freire, disse que são graves e levianas as declarações do ministro das comunicações, Fábio Faria, que em entrevista ao jornal Tribuna do Norte acusou a gestão estadual de estar cometendo desvio na aplicação dos recursos destinados para assistência à Covid-19.

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Aldemir Freire assinalou que todos os recursos para a Covid estão sendo devidamente empregados no combate à doença e que a atual administração aplica mais recursos do que o mínimo que a Constituição Federal estipula para a saúde, que é de 12%. O atual Governo do RN aplica 12,54% dos recursos próprios na saúde.  

"Bem  diferente do que ocorreu com a gestão anterior, entre o final de 2017 e 2018 (cujo governador era o pai de Fábio, Robinson Faria), quando o Estado recebeu  R$ 400 milhões  extras do Governo Federal para a saúde, utilizou para pagar pessoal, deixou de aplicar o mínimo constitucional de 12% e deixou um rombo de R$ 135 milhões no Estado”, lembrou Freire.

Ele acrescentou que o governo do pai de Fábio Faria “raspou o tacho do Fundo previdenciário” e recebeu recursos da repatriação. “Ainda assim deixou 4 folhas em atraso. Aliás, acho que o deputado deve estar confundindo o governo da professora Fátima com o do pai dele”, finalizou.

Além de Aldemir Freire, quem também se pronunciou sobre o caso foi o secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier. Em rede social, ele disse: "Quem paga salário de servidor é governo com compromisso! Foi-se o tempo que o fundo previdenciário foi sacado, mais de 750 mi de recursos da repatriação entraram nas contas do RN, o estado batia recorde de arrecadação de ICMS, e os atrasos se acumulavam..."
Aldemir Freire e Carlos Eduardo Xavier se referem à entrevista publicada na edição de domingo da TRIBUNA DO NORTE na qual o ministro das comunicações, Fábio Fria, afirmou que "os 40% do 13º salário estão sendo pagos por Bolsonaro, argumentando que o adiantamento desse pagamento só está sendo possível graças à ajuda do governo federal aos estados.














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