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Brasil
Sem data para iniciar vacinação, Ministério da Saúde adia reunião com governadores
Publicado: 08:33:00 - 12/01/2021 Atualizado: 09:35:46 - 12/01/2021
A reunião dos governadores com o Ministério da Saúde, prevista para acontecer nesta terça-feira (12), foi adiada para a próxima semana. A informação foi confirmada pelo governador do Piauí Wellington Dias (PT), coordenador da articulação do Fórum Nacional dos Governadores sobre a Covid-19, que ainda confirmou que um novo encontro foi marcado para o dia 19 de janeiro.

Segundo ele, a impossibilidade de definir uma data para início da vacinação sem um posicionamento da Anvisa e o cumprimento de uma agenda do ministro da Saúde Eduardo Pazzuelo, em Manaus, motivaram o adiamento. "Concordo que não faz sentido uma agenda se não for para definir uma data para início da vacinação. Pois somente com esta data é possível elaborar todo o cronograma do Plano Estratégico Nacional para Imunização", disse.

Arquivo/TN
Vacinação terá início simultâneo em todos os estados, segundo o Ministério da Saúde

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O encontro desta terça-feira seria para discutir o cronograma de vacinação contra a covid-19. Os gestores querem uma agenda com a data para iniciar imunização com o início simultâneo em todos os estados. "Confiamos que será possível marcar essa data nacional, fazendo com que todos os estados comecem no mesmo dia, para acabar com qualquer disputa sobre quem vacina primeiro. É do interesse da população brasileira que o programa seja nacional e simultâneo", comentou Dias.

A governadora Fátima Bezerra, que havia confirmado a presença no encontro em Brasília através de videoconferência, afirmou que o Rio Grande do Norte está com a logística pronta para garantir o suporte aos municípios na vacinação. De acordo com Fátima, o estado pode iniciar a primeira fase 72 horas após a chegada da vacina.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalia autorizar o uso emergencial de imunizantes, o que garante o início da campanha em grupos prioritários antes da conclusão dos estudos. O órgão começou a analisar o pedido feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para o produto desenvolvido pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca.

Por outro lado, A Anvisa informou que não recebeu todos os documentos necessários do Instituto Butantan para analisar a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o instituto paulista.

Para Wellington Dias, que também é presidente do Consórcio Nordeste, Fórum que reúne os governadores dos estados da região, foram dados "passos importantes" na última semana, mas é preciso organizar um observatório nacional para o coronavírus com mutação, em coordenação com os Estados, e ainda articular uma rede de comunicação para evitar "informações distorcidas". O Ministério da Saúde do Japão anunciou neste domingo, 10, que uma nova variante do vírus foi detectada em quatro viajantes brasileiros, do Estado do Amazonas.

O governador do Piaui vai propor a criação de um observatório para acompanhar os casos de mutação do coronavírus no Brasil: "Já vamos ter um observatório para acompanhar as pessoas vacinadas depois da imunização, e agora estamos propondo também um o "Já vamos ter um observatório para acompanhar as pessoas vacinadas depois da imunização, e agora estamos propondo também um observatório para acompanhar a mutação do vírus. Isso é importante para termos trabalhos de prevenção".


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