Técnicos discutem plano de catástrofes

Publicação: 2013-10-11 00:00:00 | Comentários: 0
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O Plano Estadual de Catástrofe que deve ser posto em prática no Rio Grande do Norte a partir de junho de 2014, em virtude dos quatro jogos da Copa do Mundo  que serão realizados em Natal, foi debatido durante dois dias na Secretaria Estadual de Saúde Pública), no centro da cidade. “Nós tivemos a participação de cinco técnicos do Ministério da Saúde, que estão apoiando o Estado na elaboração de um plano que está sendo feito em cima de protocolos e padrões já estabelecidos mundialmente”, disse o secretário Luiz Roberto Fonseca.

Além dos técnicos da área de saúde do Estado, o que se chamou “check-list” da saúde para eventos de massa, também passaram a conhecer o esboço do Plano Estadual de Catástrofe representantes da Polícia Federal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Marinha, Aeronáutica e outras instituições que não estavam participando, diretamente, da elaboração desse plano e que não ligados, diretamente, a área de saúde pública do Estado.

“Na verdade, é um cuidado que o Ministério da Saúde está tendo com todas as cidades-sedes, principalmente aquelas seis que não foram sedes da Copa das Confederações, que foi o verdadeiro teste do campeonato mundial de futebol de 2014”, disse o secretário Luiz Roberto. “Na minha opinião é fundamental que as seis que não foram sedes da Copa das Confederações, precisam ter um olhar mais criterioso, porque elas efetivamente não foram testadas”.

Segundo Luiz Roberto, as capitais que sediaram a Copa das Confederações – Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG) -, tiveram a oportunidade de testar os seus estádios, “porque começaram a aparecer os pontos fortes e frágeis, mas vão corrigir os pontos fracos e melhorar os fortes”.

Caso diferente das cidades-sedes que não passaram por esse teste prévio, como Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Manaus AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). “Não tivemos essa oportunidade, mas o Ministério da Saúde tem cobrado responsabilidade e vai exigir testes simulados de mesa e testes reais e concretos”, informou.

Luiz Roberto declarou, também, que em relação a Natal é mais tranquilo, porque a cidade já lida com um evento, como o Carnatal, que envolve 200 mil a 250 mil pessoas. Nesse período, diz ele, a média de atendimento médico envolve 100 pessoas por dia, “mas só duas chegam a ser atendidas em hospitais”. Essa experiência do Samu e dos postos médicos avançados da Sesap, segundo o secretário, “já garante o êxito e uma boa assistência sem superlotar os hospitais. É o que queremos implantar com relação ao estádio Arena das Dunas e o Fanfest”.

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