Trajetória em ascensão

Publicação: 2018-06-14 00:00:00 | Comentários: 0
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Juliana Paiva, de 25 anos, ainda pode ser considerada uma novata na televisão. Porém, a atriz natural do Rio de Janeiro já coleciona trabalhos sólidos e relevantes em seu currículo, como a protagonista Alice de “Além do Horizonte” e a espevitada Cassandra de “Totalmente Demais”. No elenco de “O Tempo Não Para”, próxima novela das sete, Juliana encara mais uma protagonista em sua trajetória. Na pele da doce Marocas, ela estreia em uma produção de época e precisará compor uma personagem que viverá no século XIX e XXI. “Estou apaixonada pela Marocas. Ela já era abolicionista e, se estivesse aqui hoje, certamente estaria indo para as ruas nas manifestações”, vibra. No primeiro capítulo do enredo escrito por Mário Teixeira, Maroca e sua família vivem em 1886.

A jovem atriz Juliana Paiva já coleciona vários trabalhos na carreira
A jovem atriz Juliana Paiva já coleciona vários trabalhos na carreira

Moradores de São Paulo e de extensas terras para exploração de ouro e minério e investimentos em telefonia, eles embarcam em um dos mais seguros navios da época, o Albatroz, a caminho da Europa. A viagem ajudará Dom Sabino, de Edson Celulari, a se manter longe do falatório da cidade. A filha Marocas ficou visada após recusar um casamento no altar. “O pai a criou como um varão por não ter tido filho homem. Ela é uma menina forte”, defende. A viagem tem um desvio de rota para uma breve visita à Patagônia. É justamente aí que o Albatroz se choca com um iceberg. O navio naufraga e, devido à baixa temperatura da água, grande parte dos passageiros acaba congelando. Com direção artística de Leonardo Nogueira, “O Tempo Não Para” substituirá “Deus Salve o Rei” a partir de julho.

Humor no consultório
Tom Cavalcante volta ao ar a partir da próxima semana. Na segunda, dia 18, ele estreia à frente do “sitcom” “Dra. Darci”. Na trama, o humorista é Darci, um psicólogo desempregado que começa a trabalhar como conselheiro em um programa de rádio. Em uma determinada confusão, os ouvintes passam a acreditar que são aconselhados por uma mulher e, então, a desordem está armada na rotina do protagonista e de sua família. O segundo episódio do humorístico, que será exibido na terça, contará com a participação especial de Bruno de Luca. Ele interpreta um paciente que está vivendo uma crise de identidade e, por isso, procura a ajuda da Dra. Darci.

Outros palcos
Participações especiais sempre chamam a atenção para as novelas. E “Deus Salve o Rei” sabe usar bem esse recuso. A partir da próxima semana, a trama medieval contará com a participação da cantora Paula Fernandes em seu elenco. Na história, ela viverá Beatriz, uma princesa grávida e apaixonada por um plebeu. Para contornar a crise, sua mãe, a Rainha de Lúngria, pretende casar a filha com Afonso, de Romulo Estrela. Em troca do casamento de Afonso com Beatriz, a rainha ajudaria financeiramente a reerguer Montemor. “Estou me realizando e realizando um sonho da minha mãe, que era ser atriz. A Beatriz é muito tímida, acuada, morre de medo da mãe e está em uma saia justa”, afirma Paula.

Múltiplos gostos
Um programa para todos. É assim que Tiago Leifert define o “Central da Copa”, que entra no ar a partir desta quinta, dia 14. Ancorada pela primeira vez dos Estúdios Globo, a produção irá além do factual da Copa do Mundo da Rússia e explorará o humor e as brincadeiras.

Foi bem
Para o último episódio de “Mister Brau”, da Globo. Gravada em Angola, a produção encerrou a temporada em alto nível e reforçou o bom trabalho feito ao longo dos anos.

Foi mal  
Para a pouca relevância de Marco Nanini em “Deus Salve o Rei”. Na pele do rei Augusto, o ator aparece pouco na novela das sete e não participa dos conflitos centrais. Um desperdício de talento.


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