Um romance com aquele toque “íntimo e pessoal”

Publicação: 2020-07-01 00:00:00
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A exposição pessoal de sentimentos e visões de mundo é um dos componentes fortes da literatura. A jornalista Zilene Costa faz sua estréia na área com uma obra intimista e reveladora: “De violetas e colibris” (Ed. Primeiro Lugar) é seu primeiro livro, um romance sobre os sentimentos conflitantes de uma mulher madura por um homem mais jovem. Mesmo sem lançamento presencial, devido a pandemia, o livro já se encontra em pré-venda no site da editora.

Créditos: DivulgaçãoZilene Costa teve que encarar seus próprios medos para escrever a obra “De Violetas e Colibris”Zilene Costa teve que encarar seus próprios medos para escrever a obra “De Violetas e Colibris”


“De violetas e colibris” apresenta uma narrativa em terceira pessoa conduzida por uma mulher referida apenas pelo nome “a violeta”. No auge de sua maturidade, ela se vê envolvida por um jovem acadêmico que está descobrindo a vida e seus encantamentos. A trama narra os desdobramentos desses sentimentos vividos em plenitude pela mulher.

“É um livro que trata sobre a luta interna contra os sentimentos e emoções que nos adoecem. Uma constatação que o nosso maior inimigo, muitas vezes, é o nosso próprio pensamento”, ressaltou a autora. No contexto da história, a mulher é chamada de “a violeta” devido a uma menção à música “Chão de giz”, do cantor e compositor paraibano Zé Ramalho, de quem a autora é fã - vindo daí também a escolha do título do livro.  

Íntimo e pessoal
Zilene Costa conta que escrever é um sonho antigo. “Lembro que aos 11 anos escrevi uma fábula e fiz até uma capinha de papel camurça para ilustrar. Aos 13, disse à minha mãe que iria ser escritora”, brinca. A paixão pela leitura aumentou naturalmente com o tempo, sendo o clássico “O Amante”, da escritora francesa Marguerite Duras, um dos seus livros favoritos e marcantes.  

Créditos: DivulgaçãoCapa do livro “De Violetas e Colibris”Capa do livro “De Violetas e Colibris”


Para escrever “De violetas e colibris”, Zilene não teve receio em buscar inspiração no seu dia-a-dia e em algumas vivências pessoais. Foi juntando elementos do cotidiano que os personagens foram sendo criados. “Claro que sempre tem alguma coisa autobiográfica quando a se  escreve um texto intimista como este. Isso me deu uma insegurança no começo, mas superei com a ajuda da editora”, diz. O livro tem a orelha assinada pelo médico e escritor Daladier Pessoa Cunha Lima (ex-reitor da UFRN) e o prefácio da professora e escritora Lúcia Eneida (UFRN).

A obra é lançada pela editora Primeiro Lugar, do jornalista Rafael Morais, através do selo Extra Campo, criado pelo editor para publicações que fogem ao tema futebol, que é a especialidade da editora. "Tínhamos a pretensão de lançar o livro na segunda quinzena de maio, mas a pandemia alterou todos os planos. Vamos ver se até o final de julho ou início de agosto dá para fazer o lançamento oficial", disse.

Serviço:
De Violetas e Colibris, por Zilene Costa. 
Pré-venda no site 






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