Vinhos de verão

Publicação: 2019-11-29 00:00:00
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Desfrutar bem do verão, em tempos de aquecimento global, pressupõe usar roupas leves, muito protetor solar e hidratação abundante além de dar prioridade a alimentos e bebidas leves. No entorno das mesas, nas varandas das casas de praias e condomínios, os alimentos mais apropriados para esta estação quente, são os queijos frescos e magros de sabores suaves, os pescados e frutos do mar, elaborados em rápidas preparações e com ingredientes leves tais como ovas diversas, ostras frescas, crustáceos e derivados, mariscos, mexilhões, camarões, lulas, lagostas, lagostins e pescados leves de toda sorte. E do mesmo modo que os alimentos, os vinhos, para fazer frente a estas iguarias necessitam ser igualmente leves, frescos e frutados.

Créditos: DivulgaçãoDo mesmo modo que os alimentos devem ser leves no verão, os vinhos, para fazer frente a estas iguarias necessitam ser igualmente leves, frescos e frutadosDo mesmo modo que os alimentos devem ser leves no verão, os vinhos, para fazer frente a estas iguarias necessitam ser igualmente leves, frescos e frutados
Do mesmo modo que os alimentos devem ser leves no verão, os vinhos, para fazer frente a estas iguarias necessitam ser igualmente leves, frescos e frutados
 
Por leve, entendam-se vinhos de teor alcoólico baixo, pouco extrato seco (pouco componentes não voláteis), e nenhuma maturação em barricas de carvalho. Nessa linhagem encontram-se a crassa maioria dos frisantes e espumantes, e boa parte dos brancos e rosados tranquilos. 

Os tintos com essa proposta são poucos: Beaujolais Noveau, Gamays e Pinots feitos para consumo imediato, além de outras castas tintas vinificadas através de maceração carbônica, que são considerados tintos com alma de brancos. Para os queijos leves e frescos, saladas, ovas, ostras, casquinho de caranguejo, pescados leves e frutos do mar, preparados da forma mais leve e natural possível, vão bem todos os Espumantes Brut e brancos secos jovens de castas como a Sauvignon Blanc, Chardonnay, Riesling, Viognier, Gewürztraminer, Chenin e Torrontés, todos vinhos aperitivos, e ainda os Alvarinhos, os Verdes do Minho lusitano, os brancos do norte da Itália, Verdejos espanhóis e Rosados de pouca extração de todas as bandeiras num estilo bem provençal, só para citar algumas. É da maior importância que estes vinhos sejam consumidos bem jovens (com no máximo 2 anos a contar da safra), e que não tenham passagem por madeira de carvalho, para que mantenham sua pureza, frescor e frutuosidade, e que sejam apreciados a uma temperatura que oscile entre os 8ºC e os 10ºC. Nesta temperatura de serviço, estes vinhos se tornarão mais leves e refrescantes, pois terão valorizados a sua leveza, fruta e acidez, elementos que os tornarão ainda mais gastronômicos à mesa. Para que cheguem prontos para o consumo à mesa, guarde-os na geladeira ou numa adega para brancos, e de lá leve-os à cena gastronômica num balde submerso em gelo e água. Feito isso é só desfrutar do verão com tudo que ele tem de melhor e mais prazeroso, afinal o vinho é uma bebida de ocasião, e bem adequado ao contexto transformamos o que seria apenas uma apreciação comum, numa experiência sensorial inesquecível.

Degustação Loso-Italiana
Portugal X Itália

Mas afinal, quem faz melhores vinhos, Itália ou Portugal? Esta não é uma questão tão simples assim. Participe desta degustação e você compreenderá porque é tão difícil e tão pessoal esta questão, que talvez só aumente ainda mais as suas dúvidas. Marque na sua agenda: 07/12 (sábado) 10:30h – Grande Degustação de Vinhos Luso-Italiana com vinhos da Itália (Il Principe – Super Toscano – Toscana, e Barbaresco La Cacciatora - Piemonte), e de Portugal (S. Sebastião Syrah – Lisboa, e Casa de Santa Vitória Touriga Nacional - Alentejo). Uma aula com apresentação completa das regiões, terroir e castas em degustação destes países, dando-lhe uma visão bem completa e análoga dos vinhos. Inscrições pelo fone: (84) 99143-5664 com Brunaldo Bigi.





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