Empresa que seria ligada à Universal não se manifestará, diz funcionária
Publicação: 11 de Agosto de 2009 às 18:53
O G1 procurou na tarde desta terça-feira (11) a empresa Cremo, uma das apontadas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo como integrante de um suposto esquema de desvio do dinheiro de fiéis da Igreja Universal.
À tarde, por telefone, uma funcionária que se identificou como Cíntia disse que a empresa não iria realizar atendimentos nesta terça e que não comentaria as investigações do Ministério Público. Mais cedo, a reportagem esteve no edifício em que está localizado um escritório da empresa, no bairro Bela Vista, em São Paulo.
O porteiro disse que não havia funcionários no local e que o andar onde funciona a empresa estava fechado. Por interfone, ele tentou contato com o escritório, mas ninguém atendeu. O porteiro disse não ter visto, até o início da tarde, a funcionária que diariamente abre o escritório pela manhã. Nesta terça, foi divulgada a informação de que a Justiça aceitou denúncia do MP por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha contra o fundador da igreja, o bispo Edir Macedo, e outras nove pessoas.